Custos de construção têm maior alta em quatro anos e pressionam preços de pré-venda na Coreia
O índice de custos de construção avançou 1,75 ponto em abril, a maior alta em quatro anos. Asfalto e concreto asfáltico ficaram mais caros e elevaram custos de obras residenciais e civis. Mesmo com petróleo mais calmo, a pressão deve aparecer nos preços de pré-venda e em projetos de reconstrução.

Os custos de construção voltaram ao centro do mercado coreano de imóveis residenciais. Em abril, o índice de custos de construção subiu 1,75 ponto ante o mês anterior, registrando a maior alta em quatro anos. Embora o petróleo internacional tenha mostrado alguma estabilidade, materiais, transporte e processamento chegam às obras com defasagem e ampliam a pressão sobre os preços de pré-venda no segundo semestre.
Materiais seguem pressionados
A redução parcial do risco geopolítico no Oriente Médio não estabiliza imediatamente os custos das obras. O concreto asfáltico e o asfalto, ligados a matérias-primas derivadas do petróleo, tiveram forte aumento. Eles são usados em vias internas de condomínios, infraestrutura, estacionamentos subterrâneos e pavimentação. Mesmo quando o petróleo recua, contratos existentes, estoques, fretes e câmbio do won retardam a queda nos custos.
Alta de 1,75 ponto pesa no cálculo
O índice reúne mudanças em materiais de construção, mão de obra, equipamentos e insumos de engenharia civil. A alta mensal de 1,75 ponto mostra que a pressão está se transformando em custo real dos projetos. Na Coreia, o indicador é usado na definição de preços de pré-venda, ajustes de contratos e negociações de custos em reconstruções. Incorporadoras e construtoras também precisam recalcular financiamento, salários e despesas de segurança.
Impacto para compradores
Empreendimentos prestes a lançar vendas dificilmente escaparão de premissas de custo mais altas, com ou sem teto regulatório de preço. Em áreas reguladas, pesam o custo básico de construção e adicionais; nas demais, preços podem subir conforme mercado local e demanda. Compradores devem comparar o custo total, incluindo área privativa, expansão de varanda, opcionais pagos e juros do financiamento intermediário.
Pontos-chave
- O índice de custos de construção avançou 1,75 ponto em abril, a maior alta em quatro anos. Asfalto e concreto asfáltico ficaram mais caros e elevaram custos de obras residenciais e civis. Mesmo com petróleo mais calmo, a pressão deve aparecer nos preços de pré-venda e em projetos de reconstrução.
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Perguntas frequentes
Quanto o índice de custos de construção subiu em abril?
Subiu 1,75 ponto em relação ao mês anterior, a maior alta em quatro anos.
Por que os custos sobem mesmo com o petróleo mais estável?
Asfalto e concreto asfáltico ficaram mais caros, enquanto estoques, fretes e câmbio afetam as obras com atraso.
Como isso afeta os preços de imóveis novos?
A alta tende a entrar nos preços de pré-venda do segundo semestre e nas negociações de custos de projetos de reconstrução.
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